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Mostrando postagens de 2020

Perambulação: como lidar com o idoso

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A perambulação é um comportamento comum para alguns idosos com doença de Alzheimer. A principal característica é um caminhar sem rumo. A pessoa não tem qualquer objetivo. Apenas não consegue ficar parada, sentada ou deitada em algum lugar. Às vezes, pode ficar irritada ou agitada. Por isso é muito importante que o cuidador ou o familiar fique atento aos momentos que essa alteração começa e tente identificar o que gerou esse comportamento. As causas para essa alteração são diversas, e em alguns indivíduos, quanto mais a doença evolui, mais alterações de comportamento são observadas. Importante ressaltar que nem todos os idosos acometidos por doenças degenerativas se comportarão da mesma forma. A doença se desenvolve de maneira diferente em cada pessoa, apesar dos sinais e sintomas serem muito parecidos. Muitas vezes, a habilidade do cuidador ou familiar em lidar com os problemas pode definir como será atitude do idoso. Muitos idosos com demência têm dificuldades de se comunicar,...

Como facilitar o momento do banho

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A doença de Alzheimer não se desenvolve da mesma maneira para todos os indivíduos. No entanto, em grande parte os comportamentos são muito semelhantes. Aqui especialmente o assunto é o banho. Para muitas famílias esse é um dos maiores problemas. Com o avançar da doença, algumas pessoas relutam em tomar banho com o argumento de que já realizaram a tarefa. Insistir com rigor pode ser um equívoco que pode levar o idoso a ficar irritado e consequentemente agressivo. Ficar um dia sem tomar banho para evitar a irritabilidade pode ser aceitável para algumas pessoas. O ruim é abrir mão disso quando o idoso tem incontinência urinária. Nesses casos o banho é atividade fundamental. Quando o idoso está com a cognição comprometida e mantendo autonomia para as atividades de vida diárias, ainda pode tomar banho sozinho. Muitos não realizam a tarefa à contento. É comum as famílias perceberem que algo começa a não funcionar adequadamente quando percebem odores desagradáveis, mesmo qu...

E se vivêssemos todos juntos

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Um filme que nos remete ao conceito de cohousing - Post do Instagram de @mariangelicasanchez_ O filme não tem a intensão de abordar o tema cohousing, mas nos faz refletir sobre o que é morar juntos. Como as pessoas precisam se organizar e precisam exercitar a paciência, o desapego, o respeito ao outro. Às vezes pensamos em como será a nossa velhice. Com quem viveremos e o que faremos? É claro que o modelo cohousing traz as diferenças de morar em uma mesma casa, como o filme apresenta. Mas, nos remete a pensar sobre o tema. Abaixo uma matéria interessante sobre o tema. Acesse o link no final para acessar a matéria completa. Modelo de habitação cohousing sênior cai no gosto de quem quer uma velhice independente e tranquila  (Matéria de  Laura Valente  publicada em 11/02/2019 07:00) I magine um lar amigável para quem já chegou ou caminha para idade madura, em que o indivíduo é convidado diariamente a conviver com a comunidade, dividir tarefas, compartilhar a me...

Se comunicando com um idoso com demência

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A demência é uma síndrome degenerativa, progressiva, e na maior parte dos casos é irreversível.  Nesse post vamos conversar sobre a memória e linguagem – condições que afetam sobremaneira a comunicação dos idosos com seus familiares e cuidadores.  Os estresses oriundos de uma comunicação não efetiva, podem gerar conflitos pela falta de habilidade e de paciência da pessoa que cuida desse idoso. Os problemas de comunicação evoluem conforme a progressão da doença. A perda da memória faz que com o indivíduo se torne repetitivo, e esqueça facilmente de algo que acabou da falar ou fazer, ou daquilo que acabaram de falar com ele. É preciso exercitar a paciência! Muitos familiares, por falta de habilidade, não aceitam muito bem esse processo. Não é raro ouvir deles que seus idosos “esquecem o que é conveniente esquecer”. Na verdade, não é bem assim. Cada idoso vivencia a doença de uma forma singular, embora as características da evolução sejam parecidas. Nos est...

Como um familiar se torna um cuidador?

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São muitas as razões que levam o familiar a assumir a tarefa de cuidar. No Brasil, como em outros tantos países, esta tarefa, geralmente, cabe aos filhos e cônjuges. No entanto, essa pessoa, muitas vezes, se torna cuidador de uma hora para outra. Ou se define ou é definida por alguém da família. Alguns aspectos explicam essa condição. Uma pessoa pode ser tornar cuidador por instinto, por afeto, por gratidão, por obrigação ou pelas circunstâncias impostas. Cuidador por instinto É aquela pessoa que sempre se predispõe a cuidar de alguém. É instintivo oferecer a ajuda a quem precise. Isso faz parte da sua vida. Nasceu para ajudar. É uma pessoa imbuída o espírito de proteção.  Cuidador por afeto É o cuidador que gosta muito da pessoa que precisa de cuidados. Faz questão de cuidar. Geralmente, não deixa que outra pessoa cuide. Assume a tarefa por completo. É uma escolha pela tarefa. Não responsabiliza ninguém por nada. Por mais pesada que seja a sobrecarga, ...

Terapia com animais: ajudando idosos com doença de Alzheimer

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Maya - 07 anos  Animais exercem influência muito positiva na vida de idosos com doença de Alzheimer. Algumas raças dóceis fazem alegria. Durante as sessões de terapia idosos com declínio cognitivo podem escovar os animais, afagar e conversar com eles, que são excelentes ouvintes, pois gostam de atenção.  A raça Golden Retriever então nem se fala. São cães dóceis, pacientes, gostam de amar e de serem amados, inteligentes, calmos e muito sociáveis. Além disso, são facilmente treináveis para serem obedientes. Uma excelente raça para terapia com pacientes portadores de doença de Alzheimer. É também uma excelente raça para ter em casa. Convivem muito bem como seus donos e com pessoas que não sejam da casa. Além de terem uma convivência amistosa com outros animais de estimação. Conheça um pouco mais sobre Golden  https://petanjo.com/blog/golden-retriever-tudo-sobre-a-raca/ Saiba mais sobre animais e sua capacidade de prestar apoio emocional acessando os links ...